A nova home do LCCMat. O padrão de colmeia é o mesmo motivo que aparece nos cabeçalhos de todas as páginas internas.
O site antigo cumpriu seu papel por quase uma década, mas tinha um problema que nenhuma atualização de conteúdo resolvia: quem chegava não conseguia ver o laboratório. Publicações eram uma lista, financiamento era um parágrafo, e a infraestrutura — que é o coração do LCCMat — aparecia como uma nota de rodapé.
A casa nova parte de outra premissa: cada página responde a uma pergunta concreta que alguém de fora faria. Quem financia isso? Em que máquinas roda? Quem são as pessoas? Como eu entro? O desenho — tipografia técnica, fundo petróleo, a colmeia como assinatura — existe para servir a essas respostas, não para decorá-las.
A produção do grupo agora é navegável por ano, por linha de pesquisa e por colaboração — com os coautores externos visíveis. Dá para entender a trajetória do laboratório em um minuto de rolagem.
Ver publicações →Os 17 projetos que construíram o laboratório, de 2016 a 2025, com edital, número de processo e coordenador de cada um. Transparência que também serve de mapa para quem vai escrever proposta.
Ver financiamento →A plataforma multiusuário descrita como ela é: nós, capacidade, softwares disponíveis e como outros grupos podem usar. É o convite mais direto que o laboratório tem a fazer.
Ver infraestrutura →O processo em andamento em destaque, com cronograma e resultados; os concluídos arquivados em guias retráteis, com PDF e selecionados. Nada mais desaparece quando um edital fecha.
Ver oportunidades →O site tem versão em inglês, mas os editais continuam só em português — traduzir um documento com força legal seria falseá-lo. Em vez disso, há uma página que explica ao candidato estrangeiro como lê-los.
Ver a página EN →Tipografia técnica, paleta petróleo e esmeralda, a colmeia como assinatura, e um conjunto fechado de componentes reaproveitados em todas as páginas. Página nova entra sem redesenho.
Space Grotesk · Manrope · JetBrains MonoAs aplicações que o time desenvolve
A parte do trabalho que menos aparecia no site antigo é justamente a que mais cresceu: o software. Boa parte do que o LCCMat produz hoje não é só artigo — são ferramentas que rodam no cluster, resolvem um problema concreto e ficam para o grupo seguinte usar. A casa nova tem uma seção para elas.
Modelos de aprendizado de máquina treinados sobre imagens de testemunhos e tomografias de rochas carbonáticas, com foco na identificação de poros. O pipeline vai da curadoria do banco de imagens até um software de análise otimizado para computação de alto desempenho.
A frente mais recente do laboratório: simular membranas de separação de gases como gêmeos digitais e validar os resultados experimentalmente, com o alvo declarado de prototipagem industrial.
O conjunto de rotinas que o laboratório mantém para preparar sistemas, rodar dinâmica molecular clássica e reativa e extrair propriedades estruturais, termodinâmicas e de transporte — o mesmo ferramental que sustenta boa parte das publicações do grupo.
Se você mantém um código, um pipeline ou uma ferramenta no laboratório e quer que ela apareça aqui — com nome, repositório e uma linha do que resolve — mande para o e-mail do grupo.
O que vem a seguir
A mudança de casa não termina hoje. As próximas frentes já estão na mesa: fichas individuais para cada aplicação, com repositório e instruções de uso; a página de eventos internos e externos reorganizada; e o histórico de alumni tratado com o mesmo cuidado das publicações.
Se algo parecer errado, desatualizado ou faltando — e vai parecer, num site desse tamanho — o caminho mais curto é escrever para lccmat@unb.br. Corrigir é rápido; descobrir que estava errado é a parte difícil.
Quer usar o cluster ou entrar no grupo?
A plataforma é multiusuário e os editais de bolsa são publicados no site. Comece por uma dessas duas páginas.